Realizou-se, no dia 09 de fevereiro, na Escola Nuno Álvares, a palestra “Primeiros Socorros: Como Atuar?”, uma iniciativa que teve como objetivo sensibilizar a comunidade escolar para a importância de saber agir corretamente em situações de emergência.
Na organização do evento esteve envolvida a professora estagiária Marta Santos, o professor convidado João Paulo Ramalho e a professora cooperante Catarina Silveira Sequeira.
Ao todo, estiveram envolvidas quatro turmas do ensino secundário, que demonstraram grande interesse, contribuindo para a aquisição de conhecimentos práticos e úteis, que poderão fazer a diferença em situações reais.
A professora responsável
Catarina Silveira Sequeira
O Clube “Há Ciência na Cidade” promoveu, no passado dia 4 de fevereiro, uma conferência sobre o tema “A Experiência como critério de verdade-Portugal nos séculos XV e XVI”. A iniciativa, desenvolvida em parceria com o professor de História, António Carita, teve como orador José Teodoro Prata, antigo docente da escola e autor de diversos livros de história da região.
A ação, promovida por aquele clube de Ciência Viva da Escola Cidade de Castelo Branco, destinou-se a duas turmas do 8.º ano e reuniu cerca de 45 alunos, que escutaram com atenção a intervenção do orador.
Projeto CvnE – Há Ciência na Cidade
Professores António Carita e Florinda Carrega
No passado dia 27 de janeiro, cumpriram-se 81 anos sobre a libertação dos sobreviventes do campo de concentração nazi de Auschwitz, pelas tropas soviéticas. Esta data não pode, de forma alguma, cair no esquecimento e, para que tal não aconteça, a Biblioteca Escolar da CCB levou a cabo uma atividade comemorativa desta efeméride.
Partindo do acervo da Biblioteca, a professora bibliotecária, Lurdes Lopes, lembrou às turmas do 9.º Ano as motivações, os meios, os métodos e os locais onde se “escreveu” uma das mais cruéis e hediondas páginas da História, denominada “Holocausto”. Esta atividade configurou-se como uma oportunidade de aprofundar conhecimentos adquiridos, em contexto de sala de aula, na disciplina de História, e reafirmar a convicção que a morte de mais de 6 milhões de pessoas foi perpetrada em nome de uma ideologia racista – o Nazismo.
A atividade teve, também, como objetivo informar e sensibilizar os nossos jovens para que os erros cometidos no passado não sejam esquecidos e sirvam de orientação para a sua conduta no presente e futuro.

Já arrancou o Projeto "English Code Explorers" e começou nas Escolas Básicas de Escalos de Baixo e Malpica do Tejo. Esta iniciativa, dinamizada pelas professoras de Inglês, Carla Nunes e Célia Marques, propõe uma abordagem inovadora, numa simbiose pedagógica onde a Língua Inglesa e o Pensamento Computacional se fundem: o Inglês torna-se a ferramenta de ação para programar, enquanto a programação dá um propósito prático e imediato à comunicação em Inglês. Destinado aos alunos do 3.º e 4.º ano, o projeto utiliza plataformas interativas como a ubbu para transformar a sala de aula num laboratório de exploração. O objetivo é que os alunos não sejam apenas consumidores de tecnologia, mas sim criadoras, utilizando o Inglês como a linguagem "mestra" para dar instruções e resolver desafios de programação. Aqui, o Inglês não é apenas uma disciplina, mas sim, a ferramenta prática para dar comandos a personagens (Move forward! Turn right!), resolver desafios lógicos e criar histórias digitais, num contexto de desenvolvimento de competências para o futuro. Este projeto adota uma abordagem de aprendizagem ativa através de uma metodologia “hands-on”, essencial no contexto TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), para garantir a relevância dos conteúdos e promover uma compreensão profunda através da experimentação, transformando os alunos em exploradores ativos, que constroem o seu conhecimento através de tarefas lúdicas e práticas, desenvolvendo a autonomia, a resolução de problemas e o trabalho em equipa. Num mundo cada vez mais digital, queremos que os nossos alunos sejam criadores confiantes e comunicadores globais e o Projeto "English Code Explorers", ao unir a fluência em Inglês ao pensamento computacional, assume um papel fundamental em termos de promoção de cidadania digital, pela redução do fosso digital e promoção da igualdade de oportunidades num contexto de intervenção prioritária, garantindo que todos os alunos tenham acesso às linguagens essenciais do século XXI. Com sessões mensais a decorrer até junho, os nossos pequenos exploradores estão prontos para dominar o código... in English!
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Na semana passada, durante a aula da lição 100, os alunos do 11.º G participaram numa atividade que uniu criatividade e conhecimento geográfico: a criação de storybooks digitais sobre problemas urbanos.
Através de narrativas construídas com recurso a ferramentas de IA, cada grupo explorou um dos seguintes temas: poluição do ar e resíduos urbanos, ilhas de calor e inundações urbanas. Antes de começarem, foi explicado como elaborar prompts eficazes para dialogar com um chatbot e obter os resultados desejados.
Os oito grupos tiveram liberdade para imaginar histórias que ilustrassem cada problema, mas também para apresentar soluções — muitas delas bem enquadradas nas estratégias de ordenamento do território. Depois, os trabalhos foram apresentados à turma, distinguindo o que era realista do que pertencia ao campo da ficção. As principais medidas de mitigação foram ainda sintetizadas num documento partilhado na classroom e numa ficha de trabalho.
A atividade permitiu desenvolver várias competências, desde o pensamento crítico à criatividade digital. Para além do empenho demonstrado, os alunos tornaram‑se verdadeiros produtores de conhecimento, utilizando a IA generativa como ferramenta para aprendizagens mais significativas.
Fonte: Ministério da Educação, Ciência e Inovação



