
No âmbito do tema do PAA “Pequenos Cientistas”, no dia 24 de abril, os alunos do JIBE trocaram as salas de aula pelo cenário mágico do Centro Ciência Viva da Floresta, em Proença-a-Nova.
A visita foi pautada por experiências práticas que transformaram os pequenos alunos em verdadeiros cientistas. A jornada começou com as “mãos na massa”, em ateliers criativos. No laboratório, as crianças descobriram a química por trás da higiene na fábrica dos Sabonetes e exploraram os estados da matéria. Na Casa da Floresta, cozinharam e provaram “A que sabe este conto?”, preparando deliciosas gomas de gelatina.
Mas as surpresas não ficaram por aqui! Interagiram com os Bravos do Quartel – os Bombeiros de Proença-a-Nova. Entre mangueiras e sirenes, aprenderam sobre a importância da prevenção e o papel vital destes profissionais na proteção da nossa floresta e no combate aos incêndios.
Entraram num carro de bombeiros antigo (de 1961), exploraram de perto um autotanque e experimentaram um “simulador” que, tal como num jogo de computador, incluía volante e pedais (acelerador e travão). Conduziram o autotanque para apagar um incêndio numa mata. Adoraram!
Na exposição permanente, entraram através do tronco de uma árvore e, lá dentro, tocaram e exploraram materiais, observaram várias maquetes explicativas e vivenciaram experiências sonoras (materiais que isolam mais ou menos o som), olfativas (cheiraram várias plantas) e tácteis.
Nesta aventura dedicada à natureza, os nossos pequenos cientistas puderam ainda observar o mundo das formigas no famoso formigário, aprender como se organizam e identificar a formiga-rainha, as obreiras e os ovos.
Foi um dia repleto de interatividade, onde o “tocar, sentir e experimentar” sensibilizou para a consciência ambiental. Entre sorrisos e muitas perguntas, a visita terminou com a certeza de que a ciência pode ser uma brincadeira muito séria e que, a brincar, também se aprende.
Foi um dia de aprendizagem ativa que ficará, certamente, na memória de todos, reforçando o laço entre a escola, a ciência e a comunidade.
Um agradecimento especial à equipa do C.C.V. pela forma lúdica e pedagógica com que acolheu as nossas crianças!
Abril/2025 As Educadoras do JIBE

O Curso Técnico de Turismo realizou no dia 24 abril uma visita de estudo às cidades de Elvas e Vila Viçosa, com o objetivo de aprofundar conhecimentos sobre o património histórico e a oferta turística da região do Alentejo.
A primeira paragem decorreu em Elvas, cidade classificada como Património Mundial pela UNESCO, onde os alunos tiveram a oportunidade de contactar diretamente com o seu vasto património militar e cultural, compreendendo a importância estratégica e histórica desta localidade ao longo dos séculos.
Seguiu-se a visita a Vila Viçosa, onde o destaque foi o imponente Paço Ducal de Vila Viçosa, antiga residência da Casa de Bragança. Durante a visita guiada, os alunos puderam observar a riqueza arquitetónica e artística do espaço, bem como conhecer episódios marcantes da história de Portugal associados à monarquia.
A jornada incluiu ainda uma passagem pela Pousada Convento de Vila Viçosa (Pousada João IV), um exemplo de adaptação do património histórico à atividade turística. Este momento permitiu aos alunos refletirem sobre a importância da requalificação de edifícios históricos e o seu papel na dinamização do turismo sustentável.
Esta visita de estudo revelou-se uma experiência enriquecedora, proporcionando aos alunos a ligação entre os conteúdos teóricos abordados em sala de aula e a realidade prática do setor turístico, reforçando a valorização do património cultural como recurso fundamental para o desenvolvimento local.
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As turmas do 1.ºA e 1.ºB da Escola Cidade de Castelo Branco realizaram visitas de estudo à Quinta do Chinco, onde contactaram diretamente com a natureza e as práticas agrícolas. Os alunos observaram diferentes culturas, sementes, frutos e alfaias, aprofundando a compreensão dos ciclos de crescimento das plantas.
A turma do 1.ºA participou ainda numa atividade culinária dinamizada pela Escola Profissional Agostinho Roseta, utilizando os hortícolas colhidos para preparar sopa e sumos naturais.
Já o 1.ºB integrou a atividade «À Descoberta da Quinta», focada na educação ambiental e na valorização do meio natural.
As duas visitas proporcionaram aprendizagens significativas e experiências marcantes para todos os participantes.
No final, as crianças regressaram à escola trazendo consigo saberes e histórias para contar sobre esta verdadeira descoberta da vida.
Turma do 1.ºA e 1.ºB-CCB
A Escola Afonso de Paiva transformou-se no palco do talento regional ao acolher a Fase Final Regional de Badminton, especificamente no escalão de iniciados. Este evento, que ocorreu a 30 de abril, reuniu os atletas que garantiram os primeiros lugares em cada CLDE da região Centro — abrangendo as zonas de Aveiro, Coimbra, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Leiria — após um rigoroso e competitivo processo de apuramento nas respetivas fases finais distritais.
O nosso agrupamento esteve muito bem representado pela aluna Lara Mendonça, que demonstrou um elevado nível de jogo e compromisso desportivo. Num universo de 16 participantes, que representavam o topo da modalidade na região, a Lara conquistou um honroso 7.º lugar.
Ficar na metade superior da tabela numa competição regional demonstra, não só talento técnico, mas também uma excelente resiliência mental, dado o elevado nível de exigência destas fases avançadas do Desporto Escolar.

A Assembleia Municipal Jovem de Castelo Branco reuniu no passado dia 27 de abril, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco (CCCB), numa sessão que contou com a participação de alunos de todos os agrupamentos do concelho.
A iniciativa, promovida pelo Município em articulação com a Assembleia Municipal, teve como principal objetivo incentivar a participação cívica dos jovens e dar voz às suas ideias para o futuro do concelho. Durante a sessão, os deputados municipais jovens — eleitos nas diferentes escolas — apresentaram e debateram diversas propostas de melhoria para Castelo Branco, num exercício prático de democracia local.
O plenário ficou marcado por um debate dinâmico e participativo, onde foram abordadas várias áreas, desde a mobilidade à saúde e ao bem-estar social, refletindo as principais preocupações da juventude albicastrense.
No final dos trabalhos, foram aprovadas duas propostas vencedoras, ambas apresentadas pelo Agrupamento de Escolas Nuno Álvares. A primeira, intitulada “Rede de combate à solidão e apoio à saúde”, visa reforçar o apoio social e psicológico à população, promovendo respostas mais eficazes ao isolamento e à saúde mental.
A segunda proposta vencedora, “Reforço do investimento, a nível técnico e financeiro, nas empresas de transporte rodoviário de Castelo Branco, tendo em consideração o crescente aumento da sua utilização”, pretende melhorar a mobilidade no concelho, garantindo uma resposta mais eficiente às necessidades da população, tanto no centro urbano como nas zonas periféricas.
Com a aprovação destas medidas, os alunos autores das propostas conquistaram o direito de as apresentar numa próxima sessão da Assembleia Municipal de Castelo Branco, dando assim continuidade ao processo democrático e à participação ativa dos jovens na vida do concelho.
A Assembleia Municipal Jovem reforça, desta forma, o seu papel como espaço de aprendizagem cívica e de valorização das ideias das novas gerações, contribuindo para uma cidadania mais informada e participativa.
Para ver, na íntegra, a sessão da Assembleia Municipal Jovem, aceda aqui.

No âmbito do módulo B2 da disciplina de Biologia, a turma do 11.º TAS realizou uma atividade prática dedicada à reprodução assexuada em plantas, com foco na multiplicação vegetativa.
A sessão decorreu em ambiente laboratorial e teve uma forte componente experimental. Os alunos trabalharam com diferentes espécies de plantas suculentas, aplicando técnicas como propagação por estacas caulinares e foliares. A reutilização de garrafas de plástico como recipientes introduziu uma dimensão de sustentabilidade à atividade.
Durante o processo, os alunos prepararam o substrato, realizaram o corte e manipulação das estruturas vegetais e procederam à sua plantação. Observou-se a capacidade de regeneração das plantas, evidenciando a totipotência celular.
A atividade promoveu competências científicas essenciais como observação, trabalho colaborativo e interpretação de processos biológicos. Os alunos irão acompanhar a evolução das plantas ao longo do tempo.




