No dia 8 de novembro, o Contador de Histórias Luís Correia Carmelo veio à Biblioteca Egas Moniz, da Escola Secundária Nuno Álvares, Agrupamento de Escolas Nuno Álvares, encontrar-se com a população escolar mais jovem, para uma “viagem” ao universo das narrativas orais.

Esta atividade, integrada no Plano de Atividades da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos da ESNA promovida em parceria com a Biblioteca Municipal de Castelo Branco ,contou com a presença de alunos dos sétimos e décimos anos que, de uma forma aberta e fascinada, aderiram totalmente a este narrador de origens algarvias, com raízes brasileiras.

Através de uma empatia imediata, criada entre emissor e recetores, o Contador de Histórias transportou o auditório para outros espaços, épocas e vivências, através de pequenas diegeses repletas de ensinamentos morais e princípios moralizadores.

De facto, estas experiências, não só auditivas mas também sensoriais a todos os níveis, encaixam-se perfeitamente na formação dos nossos jovens, no caminho de uma saudável e plena Cidadania, na senda dos bons exemplos transmitidos por estas histórias.

Contar histórias é uma coisa tão especial que Cristina Taquelim viajou muitas horas de Lagos a Castelo Branco só para encantar os alunos do 6.º ano, da Escola Cidade de Castelo Branco e, da parte da tarde, os alunos do 4º ano da EB Senhora da Piedade. A contadora de histórias, acompanhada pela Cláudia Cravo, da Biblioteca Municipal de Castelo Branco, esteve connosco, no dia 4 de novembro, no âmbito do programa Interreg Espanha-Portugal, um projeto que visa proporcionar oportunidades para criar conhecimento em cooperação, projeto co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

São precisas muitas horas de histórias, ouvidas e contadas, para “fazer um contador de histórias” e Cristina Taquelim aprendeu-as com os mais velhos, verdadeiras enciclopédias das tradições orais.

Das quatro histórias que contou, a uma assistência atenta e participativa, destacamos a do Rei Artur e do seu Cavaleiro Percival. Numa caçada, ao perseguirem um veado, este transformou-se num cavaleiro reluzente, que tombou Artur por terra. Mas poupou-lhe a vida, a troco da resposta à seguinte pergunta: “ O que é que uma mulher quer mais do que tudo na vida?” Valeu-lhe a ajuda de Percival para salvar a vida e o reino.

E qual é a resposta? Ouçam-na da boca de Cristina Taquelim, se, por acaso, a encontrarem por aí, ou sejam como Percival e descubram por vós próprios.

No dia 24 de outubro, no âmbito da atividade “Outubro, Mês da Música e da Biblioteca Escolar, os alunos do 1º e 2º anos foram presenteados com a vinda do músico, cantor e autor, Luís Portugal. Da parte da manhã, houve duas sessões na EB Cidade de Castelo Branco, na qual, também, estiveram presentes as turmas de 1º e 2º anos, da EB 1 da Boa Esperança e, à tarde, houve uma sessão na EB 1 Senhora da Piedade, tendo, igualmente, assistido os alunos do 1º ano, da EB Faria de Vasconcelos.

A atividade decorreu, nos Audiovisuais, entre as 9h30 e as 12h. Com “As Canções da Minha Escola”, as crianças tiveram oportunidade de aprender/recordar Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio, de uma forma divertida, mas didática. Refletindo temáticas pertinentes e atuais, como a alimentação, o mundo animal e a reciclagem, os alunos aderiram, entusiasticamente, às canções, criando um ambiente alegre e de fantasia, como é próprio das crianças.

No final, alguns participantes na atividade puderam comprar e ver autografado, pelo autor, o livro, acompanhado do CD de canções.

Entre os dias 29 de outubro e 8 de novembro decorreu na EB Cidade de Castelo Branco uma exposição de trabalhos, no âmbito da comemoração do Halloween, subordinada ao tema “Sapatos de Bruxa”. Foi elaborado o Regulamento pela Biblioteca Escolar, sendo os participantes  os alunos do 3º ao 9º ano. Foi com grande entusiasmo e originalidade que os discentes corresponderam ao desafio, tendo a adesão ultrapassado, largamente, as  expectativas.

No dia 31 de outubro, realizou-se na Biblioteca Escolar, pelas 10h15 um sorteio com o objetivo de reconhecer o empenho manifestado pelos alunos que aderiram a esta atividade. Foi um momento de grande  diversão tão comum nesta festividade.


No dia 22 de outubro, a Dr. Beatriz Quelhas esteve na Escola Secundária Nuno Álvares a orientar uma sessão com alunos de 9º ano sobre a construção de origamis. Esta atividade foi organizada pelas Artes, na pessoa da professora Ana Luísa Pinho,  e pela professora bibliotecária, para ensinar aos alunos a difícil arte do origami.

E assim, nasceram cigarras, garças e outros seres ou objetos. Bastou executar com precisão e rigor as regras da tradicional e secular arte japonesa, respeitando as dobras geométricas de uma peça de papel, que não pode ser cortada ou colada.

Por curiosidade matemática, um mito popular diz que é impossível dobrar uma folha de papel pela metade mais de oito vezes. No entanto, o recorde atual é de treze dobras.

Segundo a cultura japonesa, quem fizer mil garças de origami num ano, terá um desejo realizado.

Os alunos aderiram com entusiamo e irão continuar o projeto nas atividades curriculares.