No dia 13 de junho, os alunos da turma A, do 4º Ano, da EB Cidade de Castelo Branco, estiveram em festa, na Biblioteca da Escola.

Todos os presentes quiseram celebrar a importância da leitura, conhecendo o trabalho, que a aluna Rafaela Ramos, aluna finalista do Concurso Nacional de Leitura, preparou para a última fase do concurso.

A aluna representou a nossa Escola, na final do Concurso Nacional de Leitura, no dia 10 de junho, mas não chegou à fase da representação das provas de palco.

Apesar da Rafaela não ter sido apurada para o último momento do concurso, todos os colegas apreciaram o trabalho, que ela tinha preparado, assistindo à prova de leitura expressiva e à argumentação de defesa do texto escolhido.

Os colegas deram os parabéns à Rafaela pelo trabalho desenvolvido e acharam que valeu, mesmo a pena, tê-lo divulgado à turma, pois todos ficaram mais enriquecidos com aquela atividade, simultaneamente, lúdica e didática.  

No dia 24 de maio pelas 20h 30 realizou-se um Sarau de Poesia na biblioteca da Escola Faria de Vasconcelos, atividade em que alunos pais e professores puderam declamar poemas da sua preferência.

Desde alunos do 1º ano até aos avós assistimos a uma variada forma de ler e declamar poemas.

Desde lengalengas a poemas mais elaborados foi uma noite recheada de surpresas terminando com a participação do grupo de teatro da Escola José Sanches de Alcains que realizou uma dramatização/declamação do poema de José Régio “Cântico Negro”, momento muito intimista e com uma prestação de grande qualidade por parte destes alunos.

Foi um serão magnífico recheado de bons momentos com todos os participantes a saírem desta atividade com vontade de repetir no próximo ano letivo.

Eduarda Caldeira vence Intermunicipal do Concurso de Leitura

 

Decorreu no dia 11 de maio, em Oleiros, na casa da Cultura, a fase Intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura, que reuniu alunos e professores de vários concelhos da Beira Baixa: Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Proença-a-Nova, Penamacor, Vila Velha de Ródão e também do concelho anfitrião: Oleiros.

Ao longo do dia, os alunos distribuídos por escalões (do 1º ciclo ao Secundário) foram realizando provas de seleção, de escrita e de oralidade, até chegarem ao apuramento final de 1º, 2º e 3º lugares. O júri desta prova era composto por três elementos: Telma Veríssimo (Bibliotecária), Sílvia Ferreira (ligada às artes do espetáculo, incorpora também o projeto Pé de Pano) e Nuno Matos Valente (autor da coleção de ficção juvenil "A Ordem do Poço do Inferno").

Na categoria de secundário, a aluna Eduarda Caldeira destacou-se na leitura expressiva de um poema de Alexandre O´Neill e na argumentação em defesa da obra “Viagem de Elefante”, de José Saramago, sendo-lhe atribuída a classificação de 1º Lugar. 

Os alunos dos Jardins de Infância da Boa Esperança e EB Cidade de Castelo Branco foram convidados a embarcar numa viagem, que os transportou para tempos do passado, em que as coisas eram bem diferentes dos dias de hoje. Foi na Hora do Conto que os meninos, muito atentos e entusiasmados, ficaram a conhecer a história “Quando a mãe era pequena”, da autoria de Joana Cabral e com ilustrações de Margarida Teixeira. O conto relembra-nos como era o mundo, quando ainda não havia computadores, nem telemóveis e quando se tiravam fotografias e se tinha de levar o rolo fotográfico ao fotógrafo para ser revelado. O problema é que, às vezes, depois de uma longa espera pelas fotografias, se verificava que algumas tinham ficado, irremediavelmente, mal tiradas e aparecia gente com olhos vermelhos e caras esquisitas e desfocadas.

Segundo o poeta Camões, “O Mundo é composto de mudança”. Em muitos aspetos, ainda bem que assim é!  

O 25 de abril de 1974 foi recordado na Escola Cidade de Castelo Branco, de 26 de abril a 2 de maio, em palestras direccionadas aos alunos do 6º ano, na Biblioteca Escolar da Escola Cidade de Castelo Branco, com a participação de convidados. Para além da transmissão de conhecimentos sobre a Revolução dos Cravos, os diferentes convidados recordaram como viveram o dia da liberdade, onde se encontravam nesse dia, como reagiram as pessoas que os rodeavam. Fizeram o contraponto entre o antes e o pós 25 de abril: a alegria e a esperança que contrastavam com o cinzentismo e a descrença.

Os alunos revelaram interesse e participaram com depoimentos, recolhidos junto de familiares.