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No dia 17 de fevereiro, os alunos da turma do 3º A da Escola Faria de Vasconcelos deslocaram-se à Biblioteca Municipal, para, aí, receberem o prémio pelo 2º lugar, conseguido no Concurso dos Presépios de Natal, juntamente com outras turmas do concelho, também estas premiadas.

Este Concurso, promovido pela Biblioteca Municipal, tinha em vista, sobretudo, dinamizar a interação com a comunidade escolar concelhia, e esse objetivo foi realmente conseguido. Em todos os trabalhos houve empenho, houve originalidade e criatividade; testemunhavam a preservação e a valorização das construções tipicamente tradicionais, e até pelos materiais empregues, o respeito pelo ambiente não foi esquecido.

Durante o desenvolvimento da Atividade, foi notória a importância dada ao símbolo do presépio, por este continuar a ocupar um lugar de relevo no Natal do nosso povo, incontestável expressão de cultura popular que merece todo o nosso respeito e preservação.

No dia 16 de janeiro, os alunos das turmas do 3ºA e do 4ºA da Escola Faria de Vasconcelos marcaram presença no Cine -Teatro Avenida para assistirem a um teatro de Marionetas, intitulada “Lições de Voo”.

“Lições de Voo” é um espetáculo para dois atores, com marionetas e semi marionetas, que mostra o desejo de voo, o secreto desejo humano de realizar o irrealizável. Foi imaginado para um público de gente pequena ou, pelo menos, para todos aqueles que, sendo maiores de três anos, alguma vez sonharam que o corpo se libertava do peso e da gravidade, e que podiam voar tão levemente como uma folha ou um pássaro.

A peça, com duração de 50 minutos, apesar do pouco texto que apresentava, conseguiu atrair a atenção de todos. A harmonia e a conjugação do som com a luz, com a cor e com o movimento foram o bastante para que os espetadores sentissem a poética do ar, dos sonhos e do voo, e até a emoção da descolagem. Mas, na verdade, apenas neste mundo de marionetas se pode voar como pássaros!

O balanço da ida dos alunos ao teatro de marionetas é bastante positivo, uma vez que houve cumprimento e respeito pelas regras de convivência, os alunos tomaram contacto com outros espaços e outras formas de comunicação e promoveu- se a criatividade.

As professoras das turmas

A árvore de Natal (Pinheiro) é um dos símbolos mais populares das celebrações natalícias, por simbolizar a vida. Vivo e verde o ano inteiro, representa, no Natal, a esperança, a alegria e a mudança.

A árvore de Natal tem origens pagãs. Durante os tempos medievais, as primeiras árvores de Natal foram decoradas com flores de papel, frutas frescas e secas e outros símbolos de riqueza, para lembrar o Jardim do Éden e a Árvore do Conhecimento do bem e do mal. Mais tarde, as pessoas começaram a decorá-las com velas, símbolos para o Advento e para o Salvador que derrota a escuridão do pecado e colocam-nas dentro de suas casas.

Quanto ao costume de colocar os presentes de Natal em baixo da árvore enfeitada, tudo começou no palácio da Rainha Elizabeth I, em época natalícia. Sem poder receber pessoalmente todos os presentes que lhe eram entregues, a inglesa pediu para que fossem depositados em baixo de uma grande árvore do seu jardim.

 

No dia 9 de dezembro a escritora Celeste Gonçalves esteve na Escola Faria de Vasconcelos num encontro com os alunos dos 5º e 6º anos.

A autora fez uma apresentação muito interativa com os alunos a partir da sua mais recente obra “ Os direitos vão à escola”. Nesta sessão os alunos protagonizaram e deram vida a cada um dos direitos apresentados com recurso a personagens coloridas que iam lendo e exibindo cartazes com textos explicativos de cada direito das crianças.

Esta atividade foi realizada em vésperas de se assinalar mais um aniversário da Convenção Universal dos Direitos Humanos – 10 de dezembro de 1948.

 

 

No dia 6 de dezembro a contadora de histórias Elsa Serra esteve na Escola Faria de Vasconcelos num encontro com alunos do 3º e 4º anos. Foi uma sessão muito interessante onde a autora e contadora apresentou diversas obras da sua autoria, bem como alguns contos que se incluem no reportório da narração oral portuguesa.

Esta atividade resulta de uma parceria com a Biblioteca Municipal de Castelo Branco através do projeto 1234 REDES_CON.