A árvore de Natal (Pinheiro) é um dos símbolos mais populares das celebrações natalícias, por simbolizar a vida. Vivo e verde o ano inteiro, representa, no Natal, a esperança, a alegria e a mudança.

A árvore de Natal tem origens pagãs. Durante os tempos medievais, as primeiras árvores de Natal foram decoradas com flores de papel, frutas frescas e secas e outros símbolos de riqueza, para lembrar o Jardim do Éden e a Árvore do Conhecimento do bem e do mal. Mais tarde, as pessoas começaram a decorá-las com velas, símbolos para o Advento e para o Salvador que derrota a escuridão do pecado e colocam-nas dentro de suas casas.

Quanto ao costume de colocar os presentes de Natal em baixo da árvore enfeitada, tudo começou no palácio da Rainha Elizabeth I, em época natalícia. Sem poder receber pessoalmente todos os presentes que lhe eram entregues, a inglesa pediu para que fossem depositados em baixo de uma grande árvore do seu jardim.

 

No dia 9 de dezembro a escritora Celeste Gonçalves esteve na Escola Faria de Vasconcelos num encontro com os alunos dos 5º e 6º anos.

A autora fez uma apresentação muito interativa com os alunos a partir da sua mais recente obra “ Os direitos vão à escola”. Nesta sessão os alunos protagonizaram e deram vida a cada um dos direitos apresentados com recurso a personagens coloridas que iam lendo e exibindo cartazes com textos explicativos de cada direito das crianças.

Esta atividade foi realizada em vésperas de se assinalar mais um aniversário da Convenção Universal dos Direitos Humanos – 10 de dezembro de 1948.

 

 

No dia 6 de dezembro a contadora de histórias Elsa Serra esteve na Escola Faria de Vasconcelos num encontro com alunos do 3º e 4º anos. Foi uma sessão muito interessante onde a autora e contadora apresentou diversas obras da sua autoria, bem como alguns contos que se incluem no reportório da narração oral portuguesa.

Esta atividade resulta de uma parceria com a Biblioteca Municipal de Castelo Branco através do projeto 1234 REDES_CON.

Respondendo ao desafio de participar no “Dia Nacional do Pijama”, a turma do 1º ano da Escola Faria de Vasconcelos decidiu participar nesta Comemoração.

A iniciativa, em curso desde 2012, pretende sensibilizar para “o direito das crianças crescerem numa família”, especialmente aquelas que, por razões diversas, estão separadas das suas famílias biológicas.

O Dia Nacional do Pijama que coincide com o Dia Internacional dos Direitos da Criança tem um significado muito importante, chama a atenção para o problema das crianças desprivilegiadas e tenta aumentar o número de famílias de acolhimento em Portugal, para que, as crianças que estão separadas dos seus pais possam ser acolhidas por casais dispostos a dar-lhes carinho, amor e educação. As famílias de acolhimento têm um papel fundamental. Em Portugal apenas 4% das cerca de 8.000 crianças que vivem separadas dos pais, vivem em famílias de acolhimento. Uma realidade muito diferente da existente noutros países europeus. A iniciativa do Dia Nacional do Pijama surgiu como forma dar a conhecer esta realidade e também de angariar fundos para as crianças que vivem em instituições, é uma data em que crianças ajudam outras crianças.

O Magusto é uma festa popular, cujas formas de celebração divergem um pouco consoante as tradições regionais. Realiza-se em datas festivas, em especial no dia de Todos-os-Santos ou no dia de São Martinho. Inúmeras celebrações ocorrem não só por Portugal inteiro mas também, por exemplo, na Galiza (onde se chama magosto, em galego) e nas Astúrias (magüestu). 

O etnógrafo português Leite de Vasconcelos considerava o Magusto como o vestígio de um antigo sacrifício em honra dos mortos e refere que em Barqueiros era tradição preparar, à meia-noite, uma mesa com castanhas para os mortos da família irem comer.

Em Portugal, é comum grupos de amigos e famílias juntarem-se à volta de uma fogueira onde se assam castanhas  para comer, bebe-se a jeropiga, água-pé ou vinho novo, fazem-se brincadeiras, as pessoas enfarruscam-se com as cinzas, cantam cantigas. A celebração do Magusto, uma das comemorações que marca o outono, está associada a uma lenda, a qual dizia que um soldado romano de nome Martinho de Tours  (mais tarde conhecido como São Martinho), ao passar a cavalo por um mendigo, quase nu, como não tinha nada para lhe dar, cortou a sua capa ao meio com a sua espada; estava um dia chuvoso e diz-se que, neste preciso momento, parou de chover, derivando daí a expressão: "Verão de São Martinho".