OS MAIS BELOS CONTOS DE NATAL

  

A estrela Brilha-Brilha        

 

Era uma vez uma estrela chamada Brilha-Brilha, que vivia num castelo cheio de estrelas.

Certo dia, Brilha-Brilha foi passear pelos campos e encontrou a sua amiga Titi.

Assim, as duas estrelinhas continuaram o seu passeio pelos campos e, foi então, que encontraram uma outra estrela.

- Titi, Titi! Olha uma estrela caída no chão sem brilho e sem força para se levantar!-exclamou Brilha – Brilha.

- Vamos ajudá-la! – Disse Titi.

Quando as duas amigas chegaram perto da estrela caída no chão disseram:

- Olá! Precisas de ajuda? Eu sou a Brilha-Brilha. E tu como te chamas?

-Eu sou a Estrela Cadente.

Titi entra na conversa entre as duas estrelas:

- Eu sou a Titi e moro numa árvore de Natal. E tu estrela Cadente, onde moras?

- Eu moro na noite muito escura. – Disse estrela Cadente.

- Eu moro num castelo cheio de muitas estrelas. – disse Brilha-Brilha - Mas estrela Cadente que fazes aqui caída no chão e sem brilho?

- Eu tenho já tenho 90 anos e já sou muito velhinha. Fiquei sem força e sem brilho e acabei por cair do céu.

- Eu tenho 30 anos. Já sou uma estrela adulta. - Afirmou Titi.

- Eu tenho 6.Então sou a mais nova de todas! – Disse a estrela Brilha- Brilha.

Titi e Brilha-Brilha como viram a estrela Cadente ali abandonada, decidiram ajudá-la e Brilha-Brilha ofereceu a sua casa para que esta pudesse descansar e recuperar o seu brilho e força.

 As duas amigas levaram a estrela mais velhinha no seu trenó mágico, para o castelo de Brilha-Brilha.

A caminho do castelo, as três estrelas, avistaram uma luz muito forte e ficaram assustadas. Mas para sua surpresa quando essa luz se aproximou ouviram:

- Ho! Ho! Ho! Eu sou o Pai Natal! Que andam aqui a fazer três estrelas?

Foi então que as amigas contaram o que se tinha sucedido e o Pai Natal disse-lhes:

- Eu tenho o meu trenó cheio de prendas. Podem escolher as que quiserem e assim vão ver que irão ficar muito melhores.

Brilha-Brilha disse:

- Nós, neste momento só queríamos uma prenda mas não sabemos se nos podes ajudar…

- Então mas contem-me lá o que precisam, pode ser que eu vos consiga ajudar. – Disse o Pai Natal.

- Nós queríamos que a nossa amiga estrela Cadente voltasse a ter a brilho e força para depois poder regressar a casa. Mas tu não deves ter nada que nos possa ajudar… - Disse Brilha -Brilha.

- Estão muito enganadas. Eu tenho comigo um pó mágico que dá brilho e força a todas as estrelas. 

Titi perguntou:

- Pode-nos dar um pouco desse pó mágico, para que a nossa amiga fique boa rapidamente? Nós não pedimos mais nada…

O Pai Natal deitou o seu pó mágico sobre a estrela Cadente, e esta ganhou uma nova vida, cheia de brilho e de força. Foi então que, Brilha-Brilha perguntou ao Pai Natal:

- Que podemos fazer por ti, Pai Natal? Como tu nos ajudaste nós queremos ajudar-te também…

Ao que o Pai Natal respondeu:

-Tenho uma ótima ideia para me ajudarem. Que dizem de vir comigo entregar estes presentes a todas as outras estrelinhas? E no final, vamos todos para minha casa beber um bom chocolate quente.

As três amigas, muito contentes, responderam com entusiasmo:

- Sim! Sim! Achamos uma ideia maravilhosa.

E lá foram as três estrelinhas ajudar o Pai Natal a distribuir os presentes, sempre muito felizes por terem conseguido ajudar a estrela Cadente.

1ºA-EBFV

Professora Conceição Amaro

 

Sebastião e o Salvador   

 

Era uma vez um menino chamado Sebastião. O Sebastião tinha oito anos, era alto, olhos castanhos grandes e cabelo encaracolado castanho.

Este menino vivia numa quinta, Quinta de São Pedro, que fica perto de Castelo Branco.

Na quinta havia muitos animais: galinhas, patos, porcos e um burro. Havia também uma horta onde os pais cultivavam couves, batatas, cenouras, feijão e outros legumes.

Depois das aulas, Sebastião gostava muito de ir à quinta com os seus pais. Lá ajudava o  pai a regar e a tratar das plantas e dos animais.

Certo dia, quando regressava a casa encontrou um cão vadio. Ele não gostava de cães e meio traquinas atirou-lhe uma pedra. O cão ganiu e fugiu assustado. A partir dai, nunca mais viu o cão nas redondezas da quinta.

Numa tarde de dezembro, Sebastião foi à quinta buscar couves para o jantar. Distraído ao passar junto ao poço caiu lá dentro. Muito assustado agarrou-se à parede de pedra e gritou por socorro mas ninguém ouvia.

O cão vadio, que ele tinha maltratado, ouviu os gritos e aproximou-se do poço a ladrar.

Os pais do Sebastião, estranharam o seu atraso e ouvindo o cão a ladrar, foram ver o que se passava. Chegaram lá e viram o seu filho a tremer de frio e medo dentro do poço. Retiraram-no  de lá e levaram-no para casa. Sebastião comovido abraçou o cão que o salvara.

Estava próxima a noite de Natal. Sebastião só pediu um presente. Pediu aos pais que o deixassem ficar com o cão que lhe tinha salvo a vida. Na noite de Natal, o Salvador, o nome que Sebastião lhe pôs, passou a fazer parte da sua família.

Foi o melhor presente que Sebastião recebeu nesse Natal.

3ºB-EBFV

Professora Maria José Semedo

 

       Mais uma historinha de Natal

A VENCEDORA do 2º ciclo!

 

 

 -Oh! O Natal está quase a chegar… de novo … - murmurava uma voz suave, mas impaciente, naquela estranha casa que caía aos bocados.

  Viola, uma garota de 13 aninhos, muito desenrascada, via pela janela da sua casa os vizinhos e as suas famílias colocarem os enfeites de Natal…

  A menina tinha uma história de vida muito triste! Os seus pais morreram com uma doença quando ela tinha apenas 9 anos. A garota tinha uns olhos verdes e longos cabelos loirinhos, que costumava usar com umas pequenas e fofas trancinhas atadas com dois laços que sua mãe lhe dera. Esta estranha rapariga estava sempre fechada na sua casa velha, lendo livros, observando o quotidiano dos vizinhos ou falando para o ar… O seu maior sonho era receber um presente de Natal, já que não tinha ninguém que lhe desse alguma coisa…

  Mas esses dias de tristeza começaram a mudar quando, nesse mesmo dia em que resmungava impaciente, aconteceu uma coisa estranhíssima! Ora, não insista, eu vou contar:

 Todos os anos, três dias antes do Natal, à meia-noite, Viola colhia um buquê de flores do bosque que depois levava ao cemitério, à campa dos seus pais. Estava, agora, nessa mesma hora… Viola acabara de partir para o bosque. Após algumas horas cheirando flores e observando animais e insectos, a garota já tinha um lindo conjunto de flores. Qual foi o seu espanto ao ver grandes…pareciam-lhe … orelhas compridas entre a folhagem !!! Corajosa e teimosa como ela é, teve de ir investigar!

“Isto é…” – pensou ela – “tal como nos livros?! Um… um gnomo do Pai Natal?...” – interrogou-se .

 Viola aproximou-se daquele pequeno homenzinho e disse baixinho:

 - Hum… o-olá… -gaguejou – Eu…eu sou a Viola… Tu és um gnomo?! – Perguntou ela tão rápido como se estivesse a arrancar um penso de uma ferida.

O gnomo deu um saltinho, virando-se para trás, enquanto uma joaninha sem pintas e cheia de tinta vermelha voava.

 - Ah! – deu um pequeno gritinho de medo – eu?! Sou sim !!! Não se vê logo?!  

Ele lançou ao ar o pincel que tinha na mão para, assim, puxar os mini suspensórios para cima, exibindo-se.

  -Boa!!! – Viola bateu as palmas alegremente – tu… tu por acaso…

  A garota ficou mais séria e hesitante perguntou falando, novamente, rápido:

- Não me podias levar ao pé do Pai Natal ?

 O gnomo, indignado, resmungou voltando a pegar no pincel:

  - Pois…Pois…A história do costume… - ele cruzou os braços

  Viola olhou para ele com os olhinhos a implorar, parecidos com os do gato das botas! O gnomo suspirou…

-Anda lá… - disse com um ar impaciente

- Obrigada! Obrigada! Obrigada! - gritava ela saltando.

Nesse instante o gnomo tirou uma estranha bola dourada do bolso, que se abriu rapidamente e soltou uma luz tão clara que fez a miúda tapar os olhos,encandeada.

Foram teletransportados para uma grande fábrica cheia de pequenos homenzinhos de orelhas pontiagudas com fatinhos verdes…

 - Uaaaaauuuu!!!! – Viola estava pasmada com a beleza daquele local!!!

Os homenzinhos olhavam a rapariga de uma forma medrosa, pasmada e intrigada…Depois de alguns minutos a caminhar pelos coloridos corredores, e muitos cumprimentos por parte do gnomo, finalmente chegaram a uma porta vermelha gigante, com uma pequena fissura pela qual o gnomo meteu a bola dourada … isto fez a porta abrir-se:

- Sim?... – uma voz grave e grossa ecoou pelos corredores e fez a menina estremecer…

- Pai…Pai Natal?... – gaguejou baixinho .

  Uma grande sombra apareceu… grandes barbas que davam até ao chão caíram em cima de Viola!

- Ai…Ai… - disse a pobre garota saindo debaixo do monte branco.

-Senhor! – o gnomo fez continência – Esta garota queria falar consigo! – disse nervoso.

-Pode entrar, então!...– exclamou o barrigudo, enquanto o pequeno homenzinho se retirava – Senta-te…- disse o Pai Natal apontando para uma poltrona.

A menina obedeceu.

-Podes falar fofinha! – exclamou com um lindo sorriso doce, enquanto acariciava uma trancinha da garota.

-Be…bem… como…como deve saber…os meus pais faleceram há 4 anos…

-Sim…

-E todos os anos, vejo os meus vizinhos e as suas famílias divertindo-se, brincando, cantando… - Viola dançava agora pela sala – enquanto que eu… - Viola parou…- só posso ficar em minha casa…sozinha… - disse contendo uma lágrima.

-Percebo… - murmurou o grande senhor – bem… Acho que posso ajudar…

  Um grande sorriso deslumbrante cobriu a cara de Viola enquanto Pai Natal tirou um anel sabe--se lá de onde.

 – Olha bem e presta atenção… - ele estendeu a mão, dando-lhe o anel – tudo o que pensares, aparecerá!...Basta esfregar o anel…Confio em ti pois, tens bom coração…Agora volta para casa que tens uns longos três dias pela frente…tem cuidado e… - uma luz encandeou novamente a garota – Feliz Natal!

Viola desapareceu…

No dia seguinte ela acordou a pensar: “Terei sonhado?!” Mas olhou para o dedinho e tinha o anel…

-Vou tentar! – exclamou com um sorrisinho.

Ela esfregou o anel e a casa velha transformou-se num lindo palácio! Ela decorou o palácio o dia todo, por isso deixou-se dormir cedo… Na véspera de Natal ela mal conseguia estar sentada! Porquê?!  Porque ela tinha enviado convites à vizinhança! No dia de Natal ela ia dar uma festa!!!

Quando o dia tão esperado chegou, a festa durou até tarde! Viola divertiu-se e brincou muito!!! Finalmente sentia que não estava sozinha! Mas tudo o que é bom… acaba…No dia seguinte ela estava novamente triste…foi então que Ellen, uma linda garota de cabelos roxos e olhos amarelados que conhecera na festa, tocou à campainha…

-Olá – sorriu Ellen

-Olá …- Viola tinha uma expressão triste…

- Que foi? – intrigou-se Ellen

-É que… eu… perdi uma coisa que gostava muito… fiquei feliz novamente, mas essa felicidade voltou a desaparecer… - falou de cabeça baixa

-Ora! – a garota de cabelos roxos meteu as mãos na cintura – não te fiques com essa tristeza! Eu percebo-te melhor que ninguém!

-Hum?! Como assim!?

-Eu… eu … digo-te um dia… o que interessa é que tu fazes o teu destino! Vive o presente e não te vais arrepender!  

Viola meteu um lindo sorriso na cara e corou ao de leve.

-Obrigada Ellen… - e Viola abraçou a amiga.

A menina foi então para o quarto onde os seus falecidos pais outrora dormiram… ajoelhou-se perante os quadros, retratos e fotografias espalhadas por lá cobertas
de flores… A Viola deixou escapar uma lágrima que caiu no anel…

Nesse mesmo momento um enorme espelho coberto de pétalas de rosas vermelhas apareceu na sua frente!!! A menina tocou no espelho e, para seu espanto, os
pais apareceram nele… ela começara agora a chorar…

-Por favor… voltem… - murmurou ela…

Nesse instante os pais saíram do espelho !!! Esse dia acabara como se nada tivesse acontecido…Ela estava novamente com seus pais, uma linda casa… mas um anel desaparecido…”Não interessa” – pensou Viola – “estou feliz assim! Obrigada Natal…Não… Obrigada Pai Natal!”

Voltara tudo ao normal! Bem… quase… Viola nunca mais viu a estranha garota de olhos amarelados…Ellen… mas isso, é outra história!!!

Bem, espero que tenham gostado, Feliz Natal!

Escola Faria de Vasconcelos

6ºC – Catarina Clavijo Charrinho; professora Ana Paula Santos

 

Na tarde do dia 13 de novembro de 2013, decorreu a primeira eliminatória das “Olimpíadas de Matemática” na Escola Básica Faria de Vasconcelos e teve a duração de aproximadamente duas horas. Esta atividade está dividida em vários escalões : as Pré-Olimpíadas (5º ano), a Categoria Júnior (6º e 7º anos), e a Categoria A (8º e 9º anos) e houve um envolvimento de cerca de 30 alunos.

Foi a primeira vez que os alunos participaram e acharam uma atividade um pouco “complicada” mas tal como os Professores dizem “não se deve desistir logo à primeira”.

É uma atividade que deve continuar nos próximos anos.

O Santorinho é uma tradição de antigamente, em que os meninos iam de porta em porta, para pedirem comida e dinheiro.

Quando iam de porta em porta, iam dizendo:

 

"Pão por Deus,

 Fiel de Deus,

 Bolinho no saco,

 Andai com Deus."

 

E também levavam para casa pão, romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e dinheiro.

Faziam este peditório porque havia muita pobreza nas aldeias e cidades e havia  pessoas que enchiam a mesa de comida para que, quando os pobrezinhos chegassem, comessem.

Normalmente, os padrinhos dão bolos chamados Santoros, mas hoje em dia os padrinhos dão prendas e dinheiro.

Presentemente, esta festa é mais tradição em aldeias e em algumas cidades.

                                                                                  Beatriz Gomes Farias 5ºC Nº3

Os alunos e professores de Inglês, Espanhol e Educação Visual assinalaram o “Halloween” e “Día de los muertos” com a decoração do pátio da escola, através de trabalhos elaborados pelas turmas do 7º ano. No âmbito desta comemoração destaca-se a elaboração de morcegos e a pintura de caveiras típicas mexicanas.

Para além disso, em espaço de sala de aula e em todas os anos e turmas, visualizaram-se filmes e documentários relacionados com estas celebrações.

Originalmente, o Halloween era um ritual celta, que marcava o Samhain, o fim oficial do verão e o início do Ano Novo Celta e o início do inverno. Halloween significa All Hallows’ Eve, que em português quer dizer "véspera do dia de Todos os Santos".
Esta festividade, de tradição anglo-saxónica é celebrada, desde a sua origem, no dia 31
de outubro, sendo atualmente comemorada no mundo inteiro.

No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. A UNESCO declarou-a como Património da Humanidade.

Para os mexicanos, a morte é uma parte da vida, e não um momento de tristeza. Eles creem que ao morrermos, as almas vão para um lugar melhor e por isso, não há motivo para chorar. Acreditam que no “Día de los Muertos”  as almas têm permissão para voltar ao mundo dos vivos e reencontrar os seus entes queridos. Por isso esse dia é um motivo de festa para quem está vivo, é uma forma de mostrar o seu carinho e amor para os que passaram para o outro lado, pois a morte verdadeira só acontece quando as pessoas deixarem de ser lembradas. Por isso demonstram que esse amor continua a existir e que deve ser exaltado com alegria.

Professora Andrea de Barros

 

Para assinalar o “Día de la Hispanidad” ou “Fiesta Nacional de España” os alunos de Espanhol da nossa escola elaboraram trabalhos sobre personalidades, tradições e monumentos do mundo hispano, que foram expostos na biblioteca escolar.

Este evento pretende festejar a chegada de Cristóvão Colombo à América, a 12 de outubro de 1492. Com esta descoberta vários países passaram a falar a mesma língua, assim temos hoje várias culturas a partilharem o mesmo idioma. Até o século XV, Europa e América eram dois mundos distintos, cada um se desenvolvia separadamente sem saber da existência do outro. A Hispanidade, ou difusão linguística e cultural espanhola, começou quando Cristóvão Colombo deu início à colonização europeia das Américas, em nome dos monarcas católicos espanhóis. A partir desse dia, Europa e América encontraram-se pela primeira vez e, desde então, o mundo como era conhecido nunca mais foi o mesmo.