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No âmbito do projeto do Domínio da Autonomia e Flexibilidade Curricular das turmas 8.º B e D - O Valor da Água - foram realizadas, na sala de audiovisuais da Escola Cidade de Castelo Branco, duas palestras. A primeira foi orientada por Susana Fé, da EPAL e a segunda por Maria José Batista, administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco.

A representante da Empresa de Águas Livres de Portugal explicou que a EPAL faz a gestão sustentável dos sistemas multimunicipais de água e saneamento do Vale do Tejo e que esta empresa abrange 69 municípios, incluindo Castelo Branco.

Os alunos ficaram a conhecer o ciclo urbano da água e o funcionamento das  ETAs (estações de tratamento de água) e ETARs (estações de tratamento de água residuais). Aprenderam que a água é um recurso escasso e finito e que beber água da torneira é uma atitude mais ecológica que diminui a nossa pegada carbónica.

A administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco explicou que foi em 1944 que a água passou a ser distribuída nas casas de Castelo Branco pelo serviços municipalizados. Maria José Batista referiu ainda dados importantes, como o facto da barragem de Santa Águeda, que abastece Castelo Branco, ter ficado, no verão passado, a 60% da sua capacidade; e que o desperdício de água em fugas a nível nacional é em média de 30% mas que em Castelo Branco, sendo que no ano de 2019, foi apenas de 10%. Os alunos aprenderam que a água faz mover a economia e que a nossa saúde depende da água, sendo a mesma indispensável em todos os setores da nossa vida.