No dia 6 de junho, no âmbito da Hora do Conto, o 1.º Ano da EB CCB comemorou o Dia Mundial do Ambiente, tendo como ponto de partida a obra “A Árvore da Escola”. A atividade teve também lugar no dia 13 de junho, sendo, desta feita, os alunos do 1.º Ano da Escola da Boa Esperança o público-alvo. A atividade, que decorreu no Ginásio do Bloco G, foi dinamizada pela Ana Aranha, que se encontra a fazer estágio na Biblioteca Escolar, da Escola Cidade de Castelo Branco. A estagiária interagiu, oportuna e vivamente, com os alunos, deixando-os motivados para a problemática do Ambiente.

No dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, é relembrada a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, que teve como objetivos primordiais assinalar ações positivas de proteção e preservação do Ambiente e alertar para a necessidade, cada vez mais premente, de salvar o nosso Planeta.

 

No dia 13 de junho, a turma do 3.º A da Escola Cidade de Castelo Branco apresentou mais uma peça de teatro, baseada na história “Leónia Devora os Livros”, de Laurence Herbert. Foi um privilégio ter como espetadores os seus colegas das três turmas de 2.º ano.

Leónia devora de facto os livros, pois adora ler e é utilizando esse seu gosto e a falta de compreensão dos seus pais que na peça são apresentados vários excertos de histórias tradicionais e declamados poemas. A doutora Prudência e o professor Sabetudo são consultados para tratar a teimosia de Leónia, mas é o Príncipe que a vem encantar, pois partilha do mesmo gosto que ela. Os dois vivem felizes para sempre a contar aos seus filhos as histórias que Leónia escreve.

No final, atores e espetadores mereceram muitos aplausos. Viva a leitura! Viva o teatro!

3.º A, CCB

No dia 12 de junho, o clube Desafios, ajudado por atores já consagrados do antigo clube de Teatro, levou à cena a peça Breve História da Lua, de António Gedeão, pseudónimo do cientista Rómulo de Carvalho. Vieram assistir as cinco turmas dos 3.º e 4.º anos da Escola Cidade de Castelo Branco.

António Gedeão explica a ciência de forma simples, em poesia. É o que acontece no livro Breve História da Lua, em que o autor parte do mito popular do homem colocado na Lua como castigo por ter trabalhado ao domingo, para explicar que são as montanhas e as crateras lunares que de um lado recebem a luz do Sol e do outro ficam à sombra. E também explica as fases da Lua, mas alerta que ela é mentirosa, pois quando parece um D está a crescer e quando tem a forma de um C está a decrescer.

Foi um bom momento de ciência, poesia e diversão, na Escola Cidade de Castelo Branco.

 

No passado dia 4 de junho, o Diretor do Agrupamento de Escolas Nuno Álvares fez a entrega das medalhas de Mérito Académico às alunas Maria Saraiva de Castro, Carolina Maria Mendes dos Santos, Inês Manuel Mendes Couto e Mariana Nunes Pedroso, todas da Escola Básica Cidade de Castelo Branco.

Embora esta distinção diga respeito aos resultados obtidos no ano letivo 2017/2018, as alunas ainda não tinham recebido as respetivas medalhas, as quais premeiam, acima de tudo, o seu esforço, dedicação e empenho no sentido da obtenção de resultados académicos que traduzem a aquisição de competências e conhecimentos que serão muito importantes para o seu futuro.

Para todas elas os sinceros parabéns da comunidade escolar!

A turma do 3.º A da Escola Cidade de Castelo Branco, no dia 30 de maio, foi à descoberta da História. Os alunos visitaram o Jardim do Paço e a Igreja de São Miguel (Sé).

Os alunos imaginaram que eram o bispo D. Vicente Ferrer da Rocha e fizeram um percurso pelo jardim. Perto da porta do antigo paço episcopal consultaram o relógio de sol, desceram a escadaria dos doutores, vaguearam pelos caminhos do buxo, encontraram a estátua de São João Baptista, conheceram o lago das coroas, subiram a escadaria dos apóstolos, viram a piscina com a cascata de Moisés e admiraram a simetria do jardim de S. João Baptista. Também se encantaram com o jardim alagado, divertiram-se nos repuxos antes de subirem a escadaria dos reis e percorreram o passadiço que leva à horta.

No final chegou a hora de visitar a Sé, a igreja do bispo, onde encontraram antigas sepulturas e na fachada da igreja o arcanjo São Miguel a destruir o mal. Todos entraram na Sé com muito respeito, sentaram-se e sentiram o silêncio e a frescura daquele lugar.

3.º A, CCB