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As turmas A e F do 5.º ano da Escola Cidade de Castelo Branco realizaram, no dia 31 de maio, um “Peddy Paper” no castelo da cidade. Esta atividade encerrou os projetos de desenvolvimento curricular das turmas que tinham como tema “Castelos Medievais”.

Foi uma manhã diferente, em que cada equipa, constituída por alunos e um encarregado de educação, partiram à descoberta daquilo que resta do nosso castelo e das suas zonas envolventes, tendo por base um guião para se orientarem.

Ao longo do percurso os alunos procuram informações, observaram a cidade de uma perspetiva diferente e ainda tiveram de responder a um quiz que incluía questões sobre todas as disciplinas do seu currículo.

A manhã terminou com o anúncio dos grandes vencedores e um lanche partilhado, que fez as delícias de todos. Houve ainda espaço para ouvir os alunos do 5.ºF tocarem na flauta as músicas medievais que aprenderam propositadamente para esta ocasião.

Apesar do calor que se fazia sentir, os alunos mostraram-se satisfeitos com os resultados desta aventura.

No dia 21 de maio, os alunos do 2.º A da Escola Cidade de Castelo Branco tiveram uma aula diferente com a participação no projeto “Dá a mão à floresta, levado a efeito pela empresa Navigator, ligada ao fabrico de papel. O objetivo foi dar a conhecer espécies vegetais e animais que fazem parte da fauna e da flora do nosso país.

Os alunos coloriram imagens que foram depois coladas num grande painel oferecido à turma e que constitui mais um elemento de consolidação de aprendizagens, em termos de divisões administrativas do nosso país, características dos animais, das plantas e respetiva distribuição geográfica. Foram, pois, atividades desenvolvidas de modo muito ativo pelos próprios alunos.

Proteger e valorizar a floresta foi a missão incutida a todos os presentes e com a oferta de uma revista mensal a enviar aos alunos não será esquecida tão facilmente.

No dia 3 de maio um grupo de alunos do 9.º ano, oriundos das turmas A, B e C da Escola Cidade Castelo Branco, do Agrupamento Nuno Álvares, acompanhados pelos docentes José Domingos Antunes e Jorge Pereira do Grupo 520, participaram no XIV “Congresso Nacional Cientistas em Ação”, realizado no Centro de Ciência Viva de Estremoz. O trabalho que apresentaram, intitulou-se “Espaço escolar – fonte de aprendizagem e de saber”, tendo envolvido duas vertentes. Uma destas vertentes estava associada ao mundo dos seres vivos, mais concretamente, monitorizar o aumento de biomassa de plantas do jardim da escola (sobreiro, oliveira e medronheiro) e outra relacionada com o mundo não-vivo, mais concretamente simular/avaliar os efeitos da libertação de energia devido à ocorrência de um sismo.

 

 

Os alunos do 9ºB da Escola Cidade de Castelo Branco decidiram participar no concurso “Turma da Sardinha 19”, que é uma iniciativa da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural de Lisboa. Após o mesmo ter sido apresentado à turma pela Diretora de Turma, os alunos propuseram-se a criar uma sardinha recorrendo a materiais reutilizados. A base do trabalho é uma escultura em madeira com uma dimensão realista, a qual foi posteriormente revestida com caracóis de seda natural aplicando atécnica de colagem. As cores da seda procuraram imitar as cores naturais da sardinha.

“Carlitos” foi o nome atribuído pela turma à sua sardinha, sendo que a criação da mesma ocorreu, maioritariamente, na biblioteca da escola Nuno Álvares.

Em seda natural gratificada pela Oficina dos Bordados de Castelo Branco.

No passado dia 29 de abril de 2019, os alunos do 9ºB da Escola Cidade de Castelo Branco foram, em visita de estudo à Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, acompanhados pelas professoras Conceição Pombo, Alexandra Costa, Lurdes Lopes e Luísa Gama.

Ao longo do dia, passearam pelos jardins da fundação, visitaram a coleção de Gulbenkian e uma exposição sobre o cérebro “Cérebro-mais vasto que o céu ”.

Devido à insistência e determinação dos alunos em ter uma viagem de final de ano, a diretora de turma decidiu realizar esta visita que se revelou muito interessante e uma mais valia para o nosso conhecimento.