Decorreu no dia 19 de maio, no Teatro Thalia, em Lisboa, a cerimónia de entrega dos Prémios Pilar Moreno, onde os alunos da disciplina de Espanhol da Escola Cidade de Castelo Branco foram distinguidos nas duas vertentes destes prémios: “Concurso de carteles” e “Viaje cultural a España”. A aluna Mariana Abrantes recebeu o 1.º lugar nacional pelo cartaz que apresentou a concurso, e que ilustra a sua visão artística sobre Espanha. Por outro lado, o projeto interdisciplinar Las Meninas, de Madrid a Castelo Branco, desenvolvido por alunos de 9.º ano, recebeu o 2. lugar nacional.

«Foi uma experiência incrível, e uma oportunidade de desenvolver habilidades que muitos de nós nunca tínhamos tido oportunidade de desenvolver» salienta Mariana Abrantes, referindo-se ao projeto Las Meninas, que culminou na produção de um vídeo, propondo uma viagem cultural a Madrid, com a particularidade de divulgar também alguns locais icónicos de Castelo Branco, como o Museu Tavares Proença Júnior e o Jardim do Paço Episcopal. Para a aluna Mariana Oliveira, que no vídeo representou a personagem histórica Infanta Margarita, primogénita de Filipe IV e Mariana de Áustria, «participar neste projeto foi uma experiência incrível, por ser bastante desafiante, visto que praticamos a língua espanhola, mas também aprendemos muito sobre a cultura e a arte».

No vídeo, que contou com a colaboração da Fábrica da Criatividade, surgem  artistas como Diego Velázquez, Salvador Dalí e Pablo Picasso, representados por alunos de espanhol. Nas palavras que dirigiu aos elementos da mesa, nomeadamente ao Conselheiro da Embaixada de Espanha, aos representantes da família Pilar Moreno Díaz de Peña e ao Secretário Geral de Educação e Ciência, o professor Jorge Garcia, coordenador dos projetos apresentados pelos alunos de Castelo Branco,  referiu-se à importância deste tipo de iniciativas para estimular «o trabalho colaborativo e a multidisciplinaridade nas nossas escolas, conduzindo os alunos a um maior envolvimento nas competências inerentes ao perfil do aluno no século XXI».