2017 foi escolhido pela Organização das Nações
Unidas (ONU) como o Ano Internacional do Turismo Sustentável. O Clube Rik&Rok aproveitou esta iniciativa para, no 10º concurso Escolar, denominado Viajar na Nossa Terra, propor aos alunos a criação de um roteiro para um dia na nossa região.
Para lá da oferta de um livro digital com os trabalhos recolhidos nas diferentes escolas participantes, o Clube Rik&Rok trouxe-nos uma representação inspirada no mesmo tema, e que fez a delicia de todos.
Adorámos a peça e fazer o roteiro.
Durante 2 anos letivos, os alunos das Turmas
A e B do 7º Ano (15/16) e do 8º Ano (16/17) da EB Faria de Vasconcelos criaram e geriram a empresa FUNtastically na disciplina de Educação para o Empreendedorismo e, em articulação com Inglês e Educação Visual produziram de raiz material lúdico-didático para que os seus colegas dos 1º, 2º e 3º Ciclos testem os seus conhecimentos de Inglês de forma divertida.
Depois de seguidos todos os passos para a constituição de uma empresa, da atribuição de cargos e tarefas e da realização de um teste de mercado, os alunos levaram a cabo 19 projetos.
Surgiram, assim, 18 jogos – entre puzzles, jogos da memória, dominós e jogos de tabuleiro - e 1 livro + audiolivro.
Continuar... FUNtastically: uma empresa de sucesso criada por alunos empreendedores
Sob o mote da citação "A Arte não é o que vemos.
É o que fazemos os outros ver." de Edgar Degas, os projetos realizados pelos alunos das turmas A do 7º Ano, A e B do 8º Ano e A e B do 9º Ano na disciplina de Educação Visual encontram-se em exposição até final do ano letivo. Nestes trabalhos, os alunos tiveram oportunidade de explorar diferentes áreas do design, da ergonomia e da comunicação visual, tendo contacto com novas técnicas (pintura, escultura, modelagem,...) e novos materiais nas suas criações plásticas bi e tridimensionais. Desta forma, puderam aplicar conhecimentos adquiridos sobre manifestações culturais e do património, arte contemporânea, obra de arte abstrata e figurativa, tipologias de representação expressiva, de discurso geométrico e de projeção, técnicas de representação em perspetiva, na criação de formas e na procura de soluções.
A exposição conta ainda com trabalhos realizados pelas turmas B do 8º Ano (Diários Gráficos) e A do 3º Ano (o livro Our Little Zoo) em articulação com a disciplina de Inglês e com os materiais produzidos pelas turmas A e B do 8º Ano na disciplina de Educação para o Empreendedorismo em articulação com Inglês e Educação Visual.
Os alunos de 4.º ano da EB Boa Esperança
estiveram presentes na Escola Superior Agrária, no pretérito dia 27 de maio, para receberem o prémio referente ao 2.º lugar do concurso/ categoria turma: "Os nossos avós eram cientistas".
O concurso é uma iniciativa do Centro Ciência Tradição e Cultura, coordenado pelas docentes da Escola Superior de Educação Dr.ª Helena Tomás, Dr.ª Margarida Afonso e Dr.ª Paula Peres que pretendem recuperar tradições, enquadrando-as no mundo da ciência e da criatividade.
Assim, os alunos conceberam a história Dona Sementinha Linácea que pretende dar a conhecer aos leitores os "mil trabalhos" por que passa a planta do linho. O ofício de outrora surge bem explicado num cenário ficcionado que todos os alunos de 4.º ano da EB Boa Esperança ajudaram a construir.
A canção foi composta pela turma e serve de apoio ao texto, sendo mais um recurso ao serviço do conhecimento dos costumes de outrora. Numa melodia fácil de aprender, resume-se a história que fala do que se não ouve falar todos os dias: a cultura do linho.
Quem não gosta de uma história de rainhas? Quem não gosta de uma fada com poderes mágicos? Quem não gosta de um final feliz?
Fica o convite à leitura e a felicitação aos premiados: Parabéns!
O Agrupamento de Escolas Nuno Álvares
esteve presente nos Dias Templários, com os clubes de Teatro, Percussão, Dança e Património.
O dia 26 de maio, sexta-feira, foi dedicado aos mais novos. Os grupos das várias escolas desfilaram das "Docas" até à Praça Velha (Luís de Camões), onde se leu o foral medieval, rufaram os bombos, donzelas dançaram à moda da época e se dramatizou a vinda de D. Nuno Álvares Pereira (séc. XIV) e o assassinato do alcaide-mor da então vila de Castelo Branco (séc. XVII).
O desfile continuou até ao castelo templário, onde se repetiram as atuações, entremeadas por sandes de febras de porco assado no espeto, bem regadas por muita água e sumo. Alguns gulosos não resistiram aos crepes que os desafiavam ali mesmo ao lado!
Foram os nossos "momentos Templários". Para o ano há mais!



