Os alunos e professores do 4º ano da Escola Cidade de Castelo Branco realizaram uma visita de estudo, no passado dia 15 de maio, ao Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco, que foi recentemente classificado como monumento nacional.

O Professor José Teodoro, professor de História do nosso Agrupamento foi quem nos acompanhou para nos explicar pormenorizadamente o que iríamos ver.

À entrada o Senhor Professor disse-nos que o Jardim do Paço foi mandado construir pelo Bispo D. João de Mendonça e depois terminado por outro Bispo D. Vicente Ferrer da Rocha.

Pudemos observar o labirinto dos buxos com alguns lagos. O Professor Teodoro explicou que neste Jardim há tanques que serviam para regar as hortas, que se situavam onde hoje é o Parque da Cidade e um outro maior, que servia de piscina para os bispos e seus convidados se banharem. Observámos também vários limoeiros centenários.

Seguidamente os alunos foram divididos em grupos, para pudermos continuar a visita.

Fomos ver a escadaria dos reis e atravessamos a ponte que passa por cima da entrada norte da cidade e chegámos ao parque onde se situavam as antigas hortas.

Passámos pelo jardim alagado, chamado assim porque o jardim está dentro do lago. Esta técnica foi muita usada em Itália e trazida pelo arquiteto que projetou o Jardim.

Este Jardim ocupa poucos metros quadrados, no entanto para que aos nossos olhos parecesse maior foram construídos muitos nichos, labirintos e o jardim foi feito em vários andares.

Depois da visita ao Jardim do Paço fomos até à Sé Catedral de Castelo Branco. No trajeto foi fácil observar a muralha da cidade.

Na Sé visitámos o túmulo de D. Vicente Ferrer da Rocha e o Senhor Padre José António explicou-nos, que a Sacristia foi a última sala a ser construída e que, por isso mesmo, tinha mais luminosidade.

Vimos os paramentos e explicou-nos a sua história.

Na lateral esquerda, entramos na Capela do Santíssimo Sacramento e observámos quatro vitrais, que representam quatro apóstolos.

E assim terminou a nossa visita, que foi muito proveitosa, pois permitiu-nos conhecer melhor o nosso património local.