A convite da Engenheira Ana Sofia Domingos, 2017.11.24 Visita lagarTécnica Responsável da Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior (APABI), mãe e encarregada de educação do aluno David Domingos, as Turmas de 4º ano, da Escola Cidade Castelo Branco, tiveram oportunidade de visitar o Lagar "Fio da Beira", no "Dia Mundial da Oliveira", onde vivenciaram todo o processo de transformação da azeitona desde a sua colheita até ao azeite. Foi uma experiência muito pedagógica e enriquecedora para as crianças.

No dia 24 de novembro, fomos ao lagar "Fio da Beira" comemorar o Dia Mundial da Oliveira. Saímos da escola e fomos para o autocarro. Quando chegamos ao lagar deram-nos camisolas.

Saímos do autocarro, a minha mãe disse que a primeira oliveira foi plantada há cerca de 6 mil anos e fomos apanhar azeitonas. O meu pai colocou um panal e caixas para meter as azeitonas. A nossa azeitona é a galega! Metemos a azeitona num tanque, depois passou por um tapete e depois por outros. E foi para uma balança, a azeitona vai para um sítio e as folhas para outro.

Há uma máquina que divide a azeitona grande e a azeitona pequena. Existem três máquinas que são: a batedeira que bate a massa, o decanter que separa a massa do azeite e a centrífuga onde sai o azeite limpo. Existe uma máquina grande que faz 6 mil quilos de azeite. Vimos depósitos de azeite, os pequenos têm 25 mil litros e os maiores 50 mil litros. O meu pai esteve a explicar o que é a biomassa, a biomassa é o caroço da azeitona aproveitado.

Para chegar a casa vem por garrafões ou garrafas. Há uma máquina que mete o azeite em garrafas, que faz 1500 garrafas por hora, a seguir vai para outra máquina que mete os rótulos. No final estivemos a provar o azeite em pão. Gostei muito da visita e aprendi como se faz o azeite.

David Domingos