Os alunos dos Jardins de Infância da Boa Esperança e EB Cidade de Castelo Branco foram convidados a embarcar numa viagem, que os transportou para tempos do passado, em que as coisas eram bem diferentes dos dias de hoje. Foi na Hora do Conto que os meninos, muito atentos e entusiasmados, ficaram a conhecer a história “Quando a mãe era pequena”, da autoria de Joana Cabral e com ilustrações de Margarida Teixeira. O conto relembra-nos como era o mundo, quando ainda não havia computadores, nem telemóveis e quando se tiravam fotografias e se tinha de levar o rolo fotográfico ao fotógrafo para ser revelado. O problema é que, às vezes, depois de uma longa espera pelas fotografias, se verificava que algumas tinham ficado, irremediavelmente, mal tiradas e aparecia gente com olhos vermelhos e caras esquisitas e desfocadas.

Segundo o poeta Camões, “O Mundo é composto de mudança”. Em muitos aspetos, ainda bem que assim é!  

O 25 de abril de 1974 foi recordado na Escola Cidade de Castelo Branco, de 26 de abril a 2 de maio, em palestras direccionadas aos alunos do 6º ano, na Biblioteca Escolar da Escola Cidade de Castelo Branco, com a participação de convidados. Para além da transmissão de conhecimentos sobre a Revolução dos Cravos, os diferentes convidados recordaram como viveram o dia da liberdade, onde se encontravam nesse dia, como reagiram as pessoas que os rodeavam. Fizeram o contraponto entre o antes e o pós 25 de abril: a alegria e a esperança que contrastavam com o cinzentismo e a descrença.

Os alunos revelaram interesse e participaram com depoimentos, recolhidos junto de familiares.

As Bibliotecas do Agrupamento Nuno Álvares dinamizaram, em articulação com o Departamento de Português e de 1º ciclo, o Concurso Nacional de Leitura, na sua edição 2017-2018.

Excertos de contos da coletânea Uma Terra Prometida, da responsabilidade de José Fanha, e Cão como nós, de Manuel Alegre, foram os textos utilizados na primeira fase do Concurso Nacional de Leitura, para o terceiro ciclo e ensino secundário, que decorreu no dia 7 de fevereiro, nas escolas do Agrupamento Nuno Álvares.

Este ano, pela primeira vez o concurso foi alargado ao primeiro e ao segundo ciclos e a adesão dos alunos a esta atividade foi significativa. Os resultados, de um modo geral, manifestaram o interesse dos alunos.

No dia 28 de fevereiro teve lugar, na Escola Cidade de Castelo Branco, a Fase Distrital do Literacias 3Di, promovida pela Porto Editora, em parceria com a Biblioteca, em que participaram 46 alunos de todo o distrito, que foram apurados na primeira fase. Os alunos de 5º Ano testaram as suas aprendizagens em Matemática, os de 6º a Ciências, os de 7º a Português e os de 8º a Inglês.

A atividade desenvolveu-se entre as 14.15 e as 16.45, repartindo-se por duas sessões.

Estiveram presentes várias Representantes da Porto Editora que monitorizaram todo o processo.

A receção decorreu junto à sala 19 e a entrega de prémios, relativa à 1ª fase, teve lugar na Biblioteca.

Os alunos foram presenteados com um livro e um certificado.

A atividade correu bem e sempre num ambiente amistoso.

Os participantes aguardam os resultados que irão definir os intervenientes da Fase Nacional.

O escritor Moita Flores esteve, no dia 12 de março último, no auditório da Biblioteca Municipal de Castelo Branco, para um encontro com alunos da Escola Secundária Nuno Álvares e com professores do mesmo Agrupamento, no âmbito da Semana da Leitura.

O encontro com os alunos – quatro turmas do 11.º ano e uma de 12º –, que decorreu entre as 14:30 e as 16:00, versou sobre a construção do saber e do conhecimento e a importância que o livro e a leitura assumem na formação de qualquer individuo e na sua valorização pessoal. Moita Flores provocou e alertou. Quem não lê dificilmente terá opinião. Quem não lê despreza um mundo de oportunidades e atrofia a sua própria liberdade. Os alunos ouviram atentamente e participaram colocando questões pertinentes.

No encontro com os professores, que aconteceu entre as 16:30 e as 17:30, o conferencista debruçou-se sobre os pilares do texto ficcional, destacando a entidade tempo com um dos elementos de referência da existência humana e, por consequência, da ficção. Falou ainda sobre os modos de despertar os alunos para a leitura, numa sociedade quase completamente dominada pelas novas tecnologias. A assistência interveio exprimindo opiniões, fruto de uma reflexão em movimento.

Esta atividade, que movimentou pedagógica e culturalmente a Escola, foi organizada pela Biblioteca Escolar /CRE e faz parte do Plano de Atividades da ESNA.